Recém-formados e com potencial para se tornar um talento são os mais procurados

Inicia nessa época do ano a "caça" aos jovens e promissores trainees. As empresas buscam alunos de universidades de renome, cursando o último ano ou recém-formados, e com potencial para se tornar grandes profissionais. Estes candidatos devem ter perfil para trabalhar sob pressão, suportando a competição interna e a constante busca pelos melhores resultados.

Na abertura de um processo trainee, os candidatos passam por avaliações, entrevistas e dinâmicas de grupo. “Estabilidade familiar, ser bilíngue, solteiro e ter condição de dedicação integral ao trabalho são características relevantes para a vaga”, explica o psicólogo e consultor em capital humano Willian Mac-Cormick Maron. Segundo Mac-Cormick, o maior objetivo é moldar um profissional jovem e talentoso de acordo com a cultura organizacional da empresa.

De acordo com o psicólogo, os candidatos procuram por programas de trainee para obter experiência, contato com empresas de referência no mercado e reconhecimento, mas lembra que nem sempre isso significa melhor remuneração. “O candidato deve estar ciente de que muitas vezes deverá abdicar do lazer, de finais de semana e de tempo com a família”.

Participar de um processo tão acirrado nem sempre é o indicado para todos os perfis. “Recebo pessoas em meu escritório que já passaram por empresas mais exigentes e que hoje podem optar pelas que, além do resultado, primam pela qualidade de vida. Porém, também há casos de profissionais que sentem falta da correria, adrenalina... Por isso, cada um deve avaliar o seu perfil antes de ter certeza de que deseja participar de um processo trainee”, explica.

Aprovação X Reprovação

De acordo com o psicólogo e consultor, o grande desafio para os candidatos é entender o que a empresa deseja. “Ler os cases sobre a empresa, estudar, conversar com pessoas que já trabalham na empresa e fazer um diagnostico da cultura”, ensina. “Estando dentro da empresa, inserido no programa, o importante é observar e agir, se espelhar em alguém e procurar se adequar à cultura da empresa.

É importante analisar o que a instituição deseja de nós”, completa. Segundo o Dr. Willian Mac-Cormick Maron, caso não aprovado em algum processo não significa que ele é menos capaz que os outros. “Se é isso que se deseja, é importante tentar novamente, com outra empresa, de outra nacionalidade, outra cultura com outros profissionais. Futuramente, o resultando pode ser satisfatório”, incentiva.

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